quarta-feira, 21 de setembro de 2011

"TOP GUN" - FOI HÁ 25 ANOS


Filme, realizado por Tony Scott, conta a história de um ambicioso jovem, Pete "Maverick" Mitchell (Cruise), piloto de caça da Marinha dos Estados Unidos que, por entre algum mistério pessoal, envolve-se num difícil amor com Charlotte (McGillis) e tem de provar ao seu rival (Val Kilmer) que quem manda, em terra e no céu, é ele. Um pouco de romance, um pouco de adrenalina e alguma rivalidade. Voltará em 3D para celebrar os seus 25 anos.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

PINTURAS E ESCULTURAS EM LIVROS

Você pode gostar muito de ler. Talvez até tenha já pensado em escrever um livro. Mas dificilmente imaginou fazer o que este artista faz.   Mike Stilkey usa livros para produzir obras de arte que ficam entre a pintura e a escultura. São livros empilhados uns em cima dos outros, formando esculturas pintadas pela mão de Mike Stilkey. O artista norte-americano utiliza as capas e a parte lateral dos livros como se fossem telas. Aí, com várias tintas e lápis de cor, desenha e pinta os seus personagens. São personagens misteriosas, melancólicas, antropomórficas e impressionantes, que parecem saídos de um filme de Tim Burton. Esta é uma prova de que existem diversas formas de se aproveitar melhor aquela enciclopédia velha que está cheia de pó na sua estante.












segunda-feira, 19 de setembro de 2011

FRASE DO DIA


(DENNIS GABOR)
"O futuro não pode ser previsto, mas pode ser inventado. É nossa habilidade de inventar o futuro que nos dá esperança para fazer de nós o que somos."

terça-feira, 13 de setembro de 2011

DEFEITOS DE UMA DEMOCRACIA

O principal defeito de uma democracia é que apenas os partidos políticos na oposição sabem como governar o país.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

UM SEGREDO DE UM CASAMENTO FELIZ




(Miguel Esteves Cardoso)

Desde que a Maria João e eu fizemos dez anos de casados que estou para escrever sobre o casamento. Depois caí na asneira de ler uns livros profissionais sobre o casamento e percebi que eu não percebo nada sobre o casamento.

Confesso que a minha ambição era a mais louca de todas: revelar os segredos de um casamento feliz. Tendo descoberto que são desaconselháveis os conselhos que ia dar, sou forçado a avisar que, quase de certeza, só funcionam no nosso casamento.

Mas vou dá-los à mesma, porque nunca se sabe e porque todos nós somos muito mais parecidos do que gostamos de pensar.

O casamento feliz não é nem um contrato nem uma relação. Relações temos nós com toda a gente. É uma criação. É criado por duas pessoas que se amam.

O nosso casamento é um filho. É um filho inteiramente dependente de nós. Se nós nos separarmos, ele morre. Mas não deixa de ser uma terceira entidade.

Quando esse filho é amado por ambos os casados - que cuidam dele como se cuida de um filho que vai crescendo -, o casamento é feliz. Não basta que os casados se amem um ao outro. Têm também de amar o casamento que criaram.

O nosso casamento é uma cultura secreta de hábitos, métodos e sistemas de comunicação. Todos foram criados do zero, a partir do material do eu e do tu originais.

Foram concordados, são desenvolvidos, são revistos, são alterados, esquecidos e discutidos. Mas um casamento feliz com dez anos, tal como um filho de dez anos, tem uma personalidade mais rica e mais bem sustentada, expressa e divertida do que um bebé com um ano de idade.

Eu só vivo desta maneira - que é o nosso casamento - vivendo com a Maria João, da maneira como estamos um com o outro, casados. Nada é exportável. Não há bocados do nosso casamento que eu possa levar comigo, caso ele acabe.

O casamento é um filho carente que dá mais prazer do que trabalho. Dá-se de comer ao bebé mas, felizmente, o organismo do bebé é que faz o trabalho dificílimo, embora automático, de converter essa comida em saúde e crescimento.

Também o casamento precisa de ser alimentado mas faz sozinho o aproveitamento do que lhe damos. Às vezes adoece e tem de ser tratado com cuidados especiais. Às vezes os casamentos têm de ir às urgências. Mas quanto mais crescem, menos emergências há e melhor sabemos lidar com elas.

Se calhar, os casais apaixonados que têm filhos também ganhariam em pensar no primeiro filho que têm como sendo o segundo. O filho mais velho é o casamento deles. É irmão mais velho do que nasce e ajuda a tratar dele. O bebé idealmente é amado e cuidado pela mãe, pelo pai e pelo casamento feliz dos pais.

Se o primeiro filho que nasce é considerado o primeiro, pode apagar o casamento ou substitui-lo. Os pais jovens - os homens e as mulheres - têm de tomar conta de ambos os filhos. Se a mãe está a tratar do filho em carne e osso, o pai, em vez de queixar-se da falta de atenção, deve tratar do mais velho: do casamento deles, mantendo-o romântico e atencioso.

Ao contrário dos outros filhos, o primeiro nunca sai de casa, está sempre lá. Vale a pena tratar dele. Em contrapartida, ao contrário dos outros filhos, desaparece para sempre com a maior das facilidades e as mais pequenas desatenções. O casamento feliz faz parte da família e faz bem a todos os que também fazem parte dela.

Os livros que li dão a ideia de que os casamentos felizes dão muito trabalho. Mas se dão muito trabalho como é que podem ser felizes? Os livros que li vêem o casamento como uma relação entre duas pessoas em que ambas transigem e transaccionam para continuarem juntas sem serem infelizes. Que grande chatice!

Quando vemos o trabalho que os filhos pequenos dão aos pais, parece-nos muito e mal pago, porque não estamos a receber nada em troca. Só vemos a despesa: o miúdo aos berros e a mãe aflita, a desfazer-se em mimos.

É a mesma coisa com os casamentos felizes. Os pais felizes reconhecem o trabalho que os filhos dão mas, regra geral, acham que vale a pena. Isto é, que ficaram a ganhar, por muito que tenham perdido. O que recebem do filho compensa o que lhe deram. E mais: também pensam que fizeram bem ao filho. Sacrificam-se mas sentem-se recompensados.Num casamento feliz, cada um pensa que tem mais a perder do que o outro, caso o casamento desapareça. Sente que, se isso acontecer, fica sem nada. É do amor. Só perdeu o casamento deles, que eles criaram, mas sente que perdeu tudo: ela, o casamento deles e ele próprio, por já não se reconhecer sozinho, por já não saber quem é - ou querer estar com essa pessoa que ele é.

Se o casamento for pensado e vivido como uma troca vantajosa - tu dás-me isto e eu dou-te aquilo e ambos ficamos melhores do que se estivéssemos sozinhos -, até pode ser feliz, mas não é um casamento de amor.

Quando se ama, não se consegue pensar assim. E agora vem a parte em que se percebe que estes conselhos de nada valem - porque quando se ama e se é amado, é fácil ser-se feliz. É uma sorte estar-se casado com a pessoa que se ama, mesmo que ela não nos ame.

Ouvir um casado feliz a falar dos segredos de um casamento feliz é como ouvir um bilionário a explicar como é que se deve tomar conta de uma frota de aviões particulares - quantos e quais se devem comprar e quais as garrafas que se deve ter no bar, para agradar aos convidados.

Dirijo-me então às únicas pessoas que poderão aproveitar os meus conselhos: homens apaixonados pelas mulheres com quem estão casados.

E às mulheres apaixonadas pelos homens com quem estão casadas? Não tenho nada a dizer. Até porque a minha mulher continua a ser um mistério para mim. É um mistério que adoro, mas constitui uma ignorância especulativa quase total.

Assim chego ao primeiro conselho: os homens são homens e as mulheres são mulheres. A mulher pode ser muito amiga, mas não é um gajo. O marido pode ser muito amigo, mas não é uma amiga.

Nos livros profissionais, dizem que a única grande diferença entre homens e mulheres é a maneira como "lidam com o conflito": os homens evitam mais do que as mulheres. Fogem. Recolhem-se, preferem ficar calados.

Por acaso é verdade. Os livros podem ser da treta mas os homens são mais fugidios.

Em vez de lutar contra isso, o marido deve ceder a essa cobardia e recolher-se sempre que a discussão der para o torto. Não pode ser é de repente. Tem de discutir (dizê-las e ouvi-las) um bocadinho antes de fugir.

Não pode é sair de casa ou ir ter com outra pessoa. Deve ficar sozinho, calado, a fumegar e a sofrer. Ele prende-se ali para não dizer coisas más.

As más coisas ditas não se podem desdizer. Ficam ditas. São inesquecíveis. Ou, pior ainda, de se repetirem tanto, banalizam-se. Perdem força e, com essa força, perde-se muito mais.

As zangas passam porque são substituídas pela saudade. No momento da zanga, a solidão protege-nos de nós mesmos e das nossas mulheres. Mas pouco - ou muito - depois, a saudade e a solidão tornam-se insuportáveis e zangamo-nos com a própria zanga. Dantes estávamos apenas magoados. Agora continuamos magoados mas também estamos um bocadinho arrependidos e esperamos que ela também esteja um bocadinho.

Nunca podemos esconder os nossos sentimentos mas podemos esconder-nos até poder mostrá-los com gentileza e mágoa que queira mimo e não proclamação.

Consiste este segredo em esperar que o nosso amor por ela nos puxe e nos conduza. A tempestade passa, fica o orgulho mas, mesmo com o orgulho, lá aparece a saudade e a vontade de estar com ela e, sobretudo, empurrador, o tamanho do amor que lhe temos comparado com as dimensões tacanhas daquela raivinha ou mágoa. Ou comparando o que ganhamos em permanecer ali sozinhos com o que perdemos por não estar com ela.

Mas não se pode condescender ou disfarçar. Para haver respeito, temos de nos fazer respeitar. Tem de ficar tudo dito, exprimido com o devido amuo de parte a parte, até se tornar na conversa abençoada acerca de quem é que gosta menos do outro.Há conflitos irresolúveis que chegam para ginasticar qualquer casal apaixonado sem ter de inventar outros. Assim como o primeiro dever do médico é não fazer mal ao doente, o primeiro cuidado de um casamento feliz é não inventar e acrescentar conflitos desnecessários.

No dia-a-dia, é preciso haver arenas designadas onde possamos marrar uns com os outros à vontade. No nosso caso, é a cozinha. Discutimos cada garfo, cada pitada de sal, cada lugar no frigorífico com desabrida selvajaria.

Carregamos a cozinha de significados substituídos - violentos mas saudáveis e, com um bocadinho de boa vontade, irreconhecíveis. Não sabemos o que representam as cores dos pratos nas discussões que desencadeiam. Alguma coisa má - competitiva, agressiva - há-de ser. Poderíamos saber, se nos déssemos ao trabalho, mas preferimos assim.

A cozinha está encarregada de representar os nossos conflitos profundos, permanentes e, se calhar, irresolúveis. Não interessa. Ela fornece-nos uma solução superficial e temporária - mas altamente satisfatória e renovável. Passando a porta da cozinha para irmos jantar, é como se o diabo tivesse ficado lá dentro.

Outro coliseu de carnificina autorizada, que mesmo os casais que não podem um com o outro têm prazer em frequentar, é o automóvel. Aí representamos, através da comodidade dos mapas e das estradas mesmo ali aos nossos pés, as nossas brigas primais acerca das nossas autonomias, direcções e autoridades para tomar decisões que nos afectam aos dois, blá blá blá.

Vendo bem, os casamentos felizes são muito mais dramáticos, violentos, divertidos e surpreendentes do que os infelizes. Nos casamentos infelizes é que pode haver, mantidas inteligentemente as distâncias, paz e sossego no lar.

Miguel Esteves Cardoso, in "Jornal Público"

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

POP ARTE - MEL RAMOS

Mel Ramos é um artista da Pop Arte, americano, é famoso pelas suas pinturas dos anos 60 de calendários, revistas e publicidade. Desde essa altura que desenvolve uma forma de iconografia, onde combina nus femininos com anúncios de produtos de marcas de grande consumo, com todos os cromatismos da Pop Arte.











quarta-feira, 7 de setembro de 2011

IMAGENS DE LUIS ROYO

Luis Royo (Olalla, Teruel, 1954) artista espanhol conhecido pelas suas pinturas sensuais e sombrias de mulheres e formas mecânicas de vida.

Luis Royo artista gótico teve aulas de desenho, pintura e decoração em Saragoça e entre os anos de 1970 e 1979 trabalhou num estúdio de design de decoração e interiores. A partir de 1972 dedica-se à pintura. O seu trabalho encontra-se um pouco por todo o lado: livros (24 publicados), posters, calendários, postais, cromos e, até baralhos de cartas (principalmente Tarot), capas de CDs e videojogos, entre outras coisas. Colabora hoje com uma empresa japonesa internacional chamada Yamato. Quanto a prémios internacionais, destacam-se o Silver Award Spectrum e o Cheslew Award.











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terça-feira, 6 de setembro de 2011

MARQUESA DE ALORNA (1750-1839)

Marquesa de Alorna, a 4ª desse título, nome de baptismo de Leonor de Almeida Lorena e Lencastre. Escritora, nasceu em Lisboa durante o reinado do rei D. José. Neta dos marqueses de Távora, e filha de D. João de Almeida Portugal, 2º marquês de Alorna e 4º conde de Assumar e de Dª Maria de Lorena, filha dos marqueses de Távora, suspeitos do atentado ao rei. Dos presumíveis implicados uns foram executados e Leonor, com a mãe e irmã encarceradas no convento de S. Félix em Chelas. Foi aqui que, desde pequena, a futura marquesa começou a ler e a instruir-se não desprezando a leitura de Bossuet, Fénelon, Boileau, Corneille e Racine, bem como Voltaire, d'Alembert, Diderot e o inglês Locke. Começou cedo a escrever poesia. Teve como mestre de latim Filinto Elísio (padre Francisco Manuel do Nascimento) e aprendeu Filosofia e Ciências Naturais. Tomou, como era uso no tempo, o nome literário de Alcipe. Leonor de Almeida Portugal saiu da prisão quando subiu ao trono D. Maria I. Tinha então vinte anos. Casou, em 1779 com o conde de Oeynhausen e em 1780 foram viver para a Viena de Áustria. Enviuvou, com 43 anos, em 1793 e ficou com seis filhos pequenos para cuidar. Regressou a Portugal e foi perseguida por Pina Manique, dadas as suas ideias liberais. Exilou-se em Londres entre 1804 e 1814. Foi escrevendo poemas que acompanhavam as angustiosas mudanças políticas no país, desde as invasões francesas à partida da família real para o Brasil. Esteve contra Napoleão o que não aconteceu com muitos fidalgos portugueses, incluindo a filha que foi amante de Junot. Herdou o título de marquesa, pela morte do irmão. D. Leonor de Almeida deixou seis volumes de "Obras Poéticas" com temas diversos, sendo de referir a importância das cartas particulares. Foi também tradutora de Lamartine, Pope, Ossian, Goldsmith, Young, entre outros. Alexandre Herculano fez-lhe o elogio fúnebre, considerando-a a "madame de Staël portuguesa."


segunda-feira, 5 de setembro de 2011

65 ANOS DE FREDDIE MERCURY


Freddie Mercury. Se estivesse vivo, fazia hoje (05 de Setembro), 65 anos.

Freddie Mercury, cujo nome original era Farrokh Bulsara foi um aclamado músico, cantor e compositor. Vocalistas de uma das bandas rock mais populares dos anos 70 e 80, os Queen, inovadores, sempre actuaram com muita energia. Era notável a genuinidade em todos os elementos, especialmente no falecido Freddie que se personificava com as reacções do público, era uma característica que muitos artistas demonstravam imensa admiração, tais como Kurt Cobain e Axl Rose.

Mercury nasceu na ilha de Zanzibar (na altura uma colónia britânica mas que actualmente pertence à Tanzânia). Este passou a maior parte da sua infância na Índia, onde, aos sete anos, começou a dar os primeiros passos na música ao ter aulas de piano. Sendo um rapaz precoce, aos doze anos formou a sua primeira banda de escola chamada The Hectics, onde tocavam covers de artistas como Cliff Richard and Little Richard. Aos dezassete anos, Freddie e a sua família, mudaram-se para Inglaterra, após terem de fugir de Zanzibar por questões de segurança. Foi na faculdade que conheceu o baixista Tim Staffell, foi seu colega de quarto. Tim tinha uma banda chamada Smile, Brian May e Roger Taylor eram integrantes da mesma. Mercury costumava participar e assistir aos ensaios. Anos mais tarde, em 1970, Tim, deixou a banda e Freddie acabou por ficar como vocalista do grupo que se passou a chamar Queen. No mesmo ano, Mercury conheceu Mary Austin, com quem viveu cinco anos. Foi com ela que assumiu a sua orientação sexual - ele era bissexual- os dois ainda mantiveram uma forte relação de amizade até ao fim da sua vida (nunca casaram ao contrário do que muitos pensam). A música Love of My Life é inspirada em Mary, pois acima de tudo, era o verdadeiro amor dele.

Foi Freddie Mercury que compôs muitos dos sucessos da banda, tais como, Bohemian Rhapsody, Somebody to Love, Love of My Life e We Are the Champions, todos considerados como um hino e serão eternamente reconhecidos.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

ÁTILA - O REI DOS HUNOS


O "flagelo de Deus", considerado o mais bárbaro de todos os bárbaros, devastou durante anos os territórios do decadente Império Romano. Dotado de grande intuição militar, Átila vangloriava-se: "A relva não volta a crescer onde pisa o meu cavalo." Não se conhece a data exacta do nascimento de Átila. Rei dos Hunos desde 434, junto com o irmão Bleda, a primeira acção que se conhece dele foi a assinatura, em Margus, de um tratado de paz com o Império Romano do Oriente.

Átila, o Huno (406–453), foi o último e mais poderoso rei dos hunos. Governou o maior império europeu de seu tempo desde 434 até sua morte. As suas possessões estendiam-se da Europa Central até ao Mar Negro, e desde o Danúbio até ao Báltico. Durante o seu reinado foi um dos maiores inimigos dos Impérios romanos Oriental e Ocidental: invadiu duas vezes os Balcãs, esteve a ponto de tomar a cidade de Roma e chegou a sitiar Constantinopla na segunda ocasião. Marchou através da França até chegar a Orleães, antes que o obrigassem a retroceder na batalha dos Campos Cataláunicos (Châlons-sur-Marne) e, em 452, conseguiu fazer o imperador Valentiniano III fugir de sua capital, Ravenna.

Ainda que o seu império tenha morrido com ele e não tenha deixado nenhuma herança notável, tornou-se uma figura lendária da história da Europa. Em grande parte da Europa Ocidental é lembrado como o paradigma da crueldade e da rapina. Alguns historiadores, por outro lado, retrataram-no como um rei grande e nobre, e três sagas escandinavas o incluem entre os seus personagens principais.