quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

SANSÃO E DALILA


Sansão, cujo nome significava "homem do sol", era um nazareno dotado de extraordinária força. Era um dos juízes bíblicos cuja história está descrita no Livro dos Juízes (13-16) e no Novo Testamento (Hebreus 11,32). Conta-se que Deus terá chamado Sansão para libertar o povo de Israel que vivia dominado pelo Filisteus. Estes, que tinham um medo enorme da força do nazareno, tentavam sem sucesso prender Sansão. Os governantes filisteus, sabendo da paixão de Sansão pela finisteia Dalila, aliciaram a jovem, com 1100 moedas de prata, a descobrir a origem da força invencível de Sansão. Dalila amava Sansão, mas este amor era inferior ao que sentia pelo seu povo. Com o seu grande poder de sedução, Dalila tentou não só desvendar de Sansão o segredo da sua força, como também arranjar uma forma para que ele fosse dominado pelos finisteus. Primeiramente, Sansão disse-lhe que ficaria vulnerável como qualquer outro homem, se o amarrassem com sete fibras novas de arco que não tivessem sido secas. Dalila atou Sansão com as sete fibras, durante o sono mas, quando os Filisteus chegaram para o levar, ele arrancou as fibras sem dificuldade. À segunda tentativa de Dalila, Sansão disse-lhe que seria, facilmente, dominado se fosse amarrado por cordas novas, mas também destas se libertou, sem custo, quando chegaram os Filisteus. A terceira versão de Sansão foi tão falsa como as duas anteriores, pois quando Dalila teceu as sete madeixas do cabelo de Sansão com uma rede e as apertou com um gancho, durante o sono de Sansão, este voltou a libertar-se facilmente. Foi então que Dalila (não se sabe através de que artes) conseguiu saber o segredo da força de Sansão. Este disse-lhe que, se os seus cabelos fossem cortados, a sua força abandoná-lo-ia e ficaria fraco como uma criança. Sansão adormeceu no colo de Dalila e esta, suavemente, cortou-lhe os caracóis dos cabelos. Acordado pela chegada dos Filisteus, Sansão acreditava ainda ter força, mas foi rapidamente dominado pelos soldados, que lhe perfuraram os olhos e o prenderam com algemas de bronze. Sansão foi exposto e humilhado, publicamente, no caminho do templo de Dagôn, onde foi amarrado aos dois pilares que sustentavam o enorme edifício. A população juntou-se aos milhares para ver a derrota de Sansão e este, num último esforço, pediu a Deus que lhe devolvesse a força, por instantes. Foi, então, que Sansão, heroicamente, fez ruir os pilares, causando a destruição do templo e, consequentemente, a morte dos Filisteus, de Dalila e do próprio Sansão.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

FIGURAS DE JÚLIA CÔTA

Filha da ceramista famosa Rosa Côta e neta de domingos Côto ( o pai do galo de Barcelos) , Júlia Côta entrou cedo na arte da argila, ajudando a mãe nos seus trabalhos e aprendendo com ela as técnicas e as inspirações deste tipo da arte. Modelando a vida na argila, e dando rédea livre à imaginação para produzir figuras do burlesque, animais, retratos e figuras religiosas, geralmente reinterpreta-as numa mistura do respeito e imaginário, ou em representação de cenas do trabalho e do jogo da vida rural. Estes são alguns dos exemplos da variedade da simplicidade dos objectos, dos temas e das cores do que nós chamamos normalmente as figuras de Barcelos, nessa região do norte de Portugal.
Mãe de 7 filhos, desde muito cedo que pintava com pontas dos fósforos, que absorveram a pintura e amaciaram as pontas que quebravam, assim conduziu à necessidade de encontrar outras técnicas, que conduziram ao formulário real, consistindo no uso do pinho seco.

Tendo nascido na freguesia de "Santa Maria de Galegos", na cidade de "Barcelos", Júlia Côta vive agora na freguesia de “manhente " que se situa na mesma cidade. O nome Júlia Côta é uma referência na arte da cerâmica de figurado na região.
Júlia Côta é uma de poucas artistas que cria, recria e pinta as FIGURAS, o que lhes dá um carácter do originalidade possuindo uma marca muito pessoal.
A sua cidade Barcelos, na margem direita do Rio Cávado, é uma cidade afidalgada, porta voz de um concelho que se ufana de ser o maior do país, em número de freguesias (89) e o maior em área geográfica de todo o Minho (336 Km²) e, caso raro, onde o sector secundário tem primazia (65%). Barcelos situa-se no eixo rodoviário Guimarães/Braga/Viana e confina com a auto-estrada Porto/Valença.
Barcelos inclui-se nos Caminhos de Santiago, e daí a "barca dos peregrinos" ou a "pequena barca" (Barc + ellus), como topónimo e sempre local de "passagem" para Terras do Alto Minho e da Galiza.





















segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

1980 - Tomada de posse do VI Governo Constitucional


Com base nos resultados das eleições de 2 de Dezembro de 1979, toma posse, a 3 de Janeiro de 1980, o VI Governo Constitucional, constituído pela coligação eleitoral formada pelo Partido Social-Democrata, o Centro Democrático Social e o Partido Popular Monárquico.

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

FELIZ ANO NOVO


Enquanto uns preferem uma passagem de ano mais requintada e estão dispostos a gastar umas boas dezenas de euros para entrar em 2011 em grande estilo numa discoteca ou restaurante, muitos são os que preferem reunir os amigos e a família em casa para a passagem de ano. Independentemente da escolha que tenha feito, diz a sabedoria popular que importante, importante «é entrar com o pé direito» e cumprir as tradições. Diz a tradição que, pouco antes da meia-noite, as portas e janelas de casa devem estar todas abertas para que o Ano Velho possa fugir e dar lugar ao Ano Novo. Este deve ser recebido com uma gritaria de tachos, ou quaisquer outros objectos ruidosos, a bater uns nos outros. Não, não se trata de um ataque de insanidade temporária... O objectivo é afugentar espíritos malignos e, quem sabe, o próprio diabo que, ao que consta, não gosta nada de barulho. 12 passas, 12 desejos e roupa interior azul. Depois são as doze passas, pesadelo anual para quem não suporta os pequenos frutos secos. Devem ser engolidas ao som das doze badaladas da meia-noite do novo ano ou, caso não tenha badaladas para fazer de banda sonora, os gritos histéricos de «10, 9, 8, 7...» também servem. A ideia é mesmo pedir um desejo a cada passa que se engole. Não vale pôr todas na boca e pensar numa série de coisas ao mesmo tempo. Outro preceito, este só cumprido por verdadeiros fanáticos é o de vestir roupa interior azul. Dizem que dá sorte. Impensável é mesmo não vestir uma peça de roupa nova no primeiro dia do ano. De resto, são uma série de pequenas tradições avulso, mais ou menos importantes, conforme o grau de crença que nelas se deposita... Uma mala colocada à porta antes da meia noite é sinónimo de viagens no novo ano, saltar de uma cadeira traz sorte, e ter a carteira recheada de dinheiro antecipa um ano cheio de fortuna. Costumes à parte, que não falte a boa disposição e o champanhe (ou qualquer outra bebida) para comemorar a chegada de 2011, e o Ano Novo estará certamente garantido.
Boas Entradas!

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

FRASE DO DIA


(Victor Borge)


"O sorriso é o caminho mais curto entre duas pessoas."

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

A PROCURA DA SABEDOROA

(Ana Hatherly)


Era uma vez uma pessoa que procurava a sabedoria. Tinham-lhe dito que para a atingir tinha sempre de aceitar e recusar ao mesmo tempo tudo o que lhe fosse oferecido, dito ou mostrado. Quando perguntava por onde era o melhor caminho e lhe diziam «é por ali» ela devia seguir imediatamente nesse sentido e depois no sentido contrário. Tendo assim percorrido todas as direcções indicadas e as não indicadas, sem mais caminhos a percorrer, sentou-se no chão e começou a chorar. Sem saber, tinha chegado.




Ana Hatherly, in 'Tisanas'

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

PORQUE É QUE OS AVIÕES A JACTO DEIXAM MARCAS NO CÉU?


Por causa do rápido arrefecimento dos gases provenientes da combustão dos motores. O vapor de água desses gases transforma-se rápidamente em cristais de gelo, deixando as trilhas de condensação.

SABIA?

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

IMAGENS DA ROMÉNIA

SEM PALAVRAS
















quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

BAR PARA VINHOS

Bongos é o nome deste bar para vinhos - ou melhor - deste espaço de trabalho móvel e autónomo para exteriores em aço inox, que aloja no seu interior dois compartimentos climatizados independentes com capacidade para 21 garrafas de 750 ml cada um; no da esquerda a temperatura varia entre 5 e 10º C e no da direita entre 10 e 18º C. Na parte superior possui 2 suportes para 12 copos, um balde de gelo, 8 recipientes para colocar garrafas ou aperitivos e uma tábua de madeira que tanto pode ser usada para trabalhar como para servir. Design apurado. Um luxo.